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O Livres agora é membro oficial da Rede Liberdade, a rede nacional de organizações e grupos de estudos liberais e libertários, que agrega a quase totalidade das iniciativas pró-liberdade do Brasil e tem por objetivo influenciar as políticas públicas por meio de projetos e iniciativas próprias ou de seus membros, mas que não aceita organizações partidárias como integrantes, o que antes impossibilitava a participação do Livres em função de nossa antiga incubação no PSL.

Diretor executivo do Livres, Mano Ferreira participou da assembleia geral da Rede Liberdade no último fim de semana, quando apresentou o novo momento do Livres, agora constituído enquanto associação civil sem fins lucrativos, e solicitou a nossa entrada, que foi aprovada por ampla maioria.

A Assembleia marcou ainda o fim da gestão como Diretor de Operações da Rede do advogado Rodrigo Saraiva Marinho, que é ex-presidente e fundador do Instituto Liberal do Nordeste, além de diretor de ativismo jurídico do Livres e membro do nosso Conselho Executivo.

“Minha gestão cumpriu o propósito de gerar uma integração entre as diversas iniciativas liberais e facilitar a coordenação da agenda de eventos do movimento liberal no Brasil, evitando o choque de calendário que muitas vezes acontecia entre os grandes eventos. A sensação é de dever cumprido e sei que a nova gestão terá muito trabalho pra intensificar a cooperação de todos em defesa da liberdade”, comentou Rodrigo.

Quem assume o comando da nova diretoria da rede é Guilherme Moretzon, ex-presidente do Instituto de Formação de Líderes de Minas Gerais. O novo Conselho Gestor da rede conta ainda com Thaiz Batista (Instituto Mises Brasil), Raduan Melo (Instituto Liberal do Nordeste), Guilia Baretta (Instituto de Formação de Líderes – Santa Catarina) e Fernando Miranda (Students For Liberty – Brasil).

“O Livres é fruto do trabalho de muitas outras organizações liberais, onde grande parte dos nossos fundadores e associados já militavam. Poder agora integrar a Rede Liberdade conecta ainda mais o Livres ao ecossistema liberal e aumenta a nossa capacidade de articulação e cooperação em prol das ideias de liberdade”, explica Mano.