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Quem é Livres por inteiro não apoia extremistas: nem Boulos, nem Crivela, nem Manuela. Se você acompanha o nosso trabalho, certamente não terá nenhuma surpresa com esta nota.

Sempre fizemos a mais vigorosa oposição de ideias a quem demoniza a divergência. A defesa da liberdade exige o compromisso ativo com a promoção de um ambiente de diálogo democrático que respeite a diversidade de pensamento. Os projetos políticos que dão sustentação às candidaturas de Guilherme Boulos (PSOL), Marcelo Crivela (PRB) e Manuela D’Ávila (PCdoB) investem ativamente no caminho oposto.

À esquerda, a defesa da responsabilidade fiscal é tratada como “promoção do genocídio”. À direita, a defesa do respeito à diversidade sexual é tratada como “promoção da pedofilia”. Práticas retóricas de projetos políticos que investem sistematicamente na degradação do ambiente de livre troca de ideias. Não a toa, ambos os projetos com explícitas simpatias a ditaduras ao redor do mundo.

No contexto nacional, o projeto bolsonarista aposta no divisionismo até mesmo contra uma vacina diante do tormento da pandemia com mais de 170 mil mortes. Mais um triste exemplo do que sempre reafirmamos: o bolsonarismo representa na prática o oposto dos nossos valores em todos os campos – na economia, nos costumes, na política e nos direitos humanos.

Para vencer esse triste capítulo da política brasileira, precisamos fortalecer em nosso país as bases civilizatórias do liberalismo – os direitos humanos, a democracia liberal, a economia de mercado. Em outras palavras, os princípios de uma sociedade aberta, plural e tolerante. Para isso, é fundamental que os governos das capitais do nosso país estejam o mais livre possível dos extremistas.

Vencer nas urnas os projetos ambidestros do atraso é essencial para pavimentar o caminho para um futuro de prosperidade, paz e liberdade, por inteiro e para todos.