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PROJETO EDUCAR PARA ESCOLHER

Ensino Plural

Iniciativa para modernizar o sistema educacional brasileiro e construir escolas que não desistam de ninguém.

Liberdade é poder escolher, e poder escolher exige ter opções. Trabalhamos para diversificar os modelos de escola e currículo no Brasil, ampliando as trajetórias disponíveis para cada aluno. E o problema não é a educação pública. É achar que ela só existe de um jeito.

3X

menos estudantes brasileiros fazem ensino técnico em relação à média da OCDE

14%

é o número de estudantes brasileiro que cursam ensino técnico

70 mil

estudantes brasileiros praticam homeschooling

PROJETO EDUCAR PARA ESCOLHER

Ensino Plural

Iniciativa em defesa da diversidade de modelos de escola e currículo, para que cada família tenha liberdade de escolher a educação que serve ao seu filho.

Apoie a iniciativa Apoie o Livres

Liberdade é poder escolher, e poder escolher exige ter opções. Trabalhamos para diversificar os modelos de escola e currículo no Brasil, ampliando as trajetórias disponíveis para cada aluno. E o problema não é a educação pública. É achar que ela só existe de um jeito.

3x

menos estudantes brasileiros fazem ensino técnico em relação à média da OCDE

14%

é o número de estudantes brasileiro que cursam ensino técnico. 

70 mil

estudantes brasileiros praticam homeschooling



LIBERDADE DE ESCOLHA, NÃO UNIFORMIDADE 

Currículo único não serve a um país plural

Educação pública não precisa ser sinônimo de um modelo único de escola, imposto de cima para baixo. O pluralismo institucional é um modo de colocar o ensino a serviço das potencialidades de cada estudante, sem ignorar a diversidade de talentos e estilos de vida.

No Brasil de hoje, a rede estatal ainda opera majoritariamente sob um modelo único de escola, o que restringe a inovação pedagógica e limita a capacidade de atender diferentes perfis de estudantes. O Livres defende modelos educacionais alternativos, itinerários personalizados e liberdade de escolha real para famílias e estudantes.

Entenda por que educação pública nunca foi sinônimo de monopólio estatal 

EIXOS DE AÇÃO

Como dar liberdade de escolha à educação brasileira

Apoie a iniciativa Apoie o Livres


Modelos Educacionais Alternativos

Autorizar e incentivar a adoção de modelos educacionais alternativos no ensino médio: escolas experimentais, interdisciplinares, técnicas, de gestão parceira ou cívico-militares. O ponto central é aumentar o poder de escolha das famílias.

Diversificar Escolhas no Ensino Médio

Ampliar e diversificar os itinerários personalizados nas redes estaduais de ensino médio, fortalecendo parcerias com escolas técnicas, instituições de ensino superior e o setor produtivo regional.

Regulamentação do Ensino Domiciliar

Aprovar uma lei federal que reconheça o ensino domiciliar (homeschooling) como escolha legítima das famílias, regulamentando a habilitação mínima de tutores e avaliação externa periódica dos estudantes.

Letramento Digital

Promover alfabetização digital através de Parcerias Público Privadas (PPPs), abrangendo habilidades como segurança online, uso de aplicativos financeiros, plataformas de emprego e ferramentas de comunicação.

LIBERDADE DE ESCOLHA, NÃO UNIFORMIDADE 

Currículo único não serve a um país plural

Educação pública não precisa ser sinônimo de um modelo único de escola, imposto de cima para baixo. O pluralismo institucional é um modo de colocar o ensino a serviço das potencialidades de cada estudante, sem ignorar a diversidade de talentos e estilos de vida.

No Brasil de hoje, a rede estatal ainda opera majoritariamente sob um modelo único de escola, o que restringe a inovação pedagógica e limita a capacidade de atender diferentes perfis de estudantes. O Livres defende modelos educacionais alternativos, itinerários personalizados e liberdade de escolha real para famílias e estudantes.

Entenda por que educação pública nunca foi sinônimo de monopólio estatal.


EIXOS DE AÇÃO

Como dar liberdade de escolha à educação brasileira

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Modelos Educacionais Alternativos

Autorizar e incentivar a adoção de modelos educacionais alternativos no ensino médio: escolas experimentais, interdisciplinares, técnicas, de gestão parceira ou cívico-militares. O ponto central é aumentar o poder de escolha das famílias.

Diversificar Escolhas no Ensino Médio

Ampliar e diversificar os itinerários personalizados nas redes estaduais de ensino médio, fortalecendo parcerias com escolas técnicas, instituições de ensino superior e o setor produtivo regional..

Regulamentação do Ensino Domiciliar

Aprovar uma lei federal que reconheça o ensino domiciliar (homeschooling) como escolha legítima das famílias, regulamentando a habilitação mínima de tutores e avaliação externa periódica dos estudantes.

Letramento Digital

Promover alfabetização digital através de Parcerias Público Privadas (PPPs), abrangendo habilidades como segurança online, uso de aplicativos financeiros, plataformas de emprego e ferramentas de comunicação.

HISTÓRICO

O que o Livres já fez para diversificar a educação


Apoie a iniciativa Apoie o Livres




2018-2025

Como o Livres prepara jovens para lidar com educação financeira 

Entre os 5% mais pobres de São Paulo, cerca de 1 milhão de pessoas, 90% estão sem trabalho, procurando emprego ou completamente fora do mercado, segundo o conselheiro acadêmico Ricardo Paes de Barros.

Líderes Livres agiram em São Paulo e Curitiba, levando educação financeira para dentro da escola e investimento em programas de primeiro emprego.









2019-2026

Defendemos a liberdade de escolha das famílias na educação

Educar os filhos em casa não é crime, mas também não é direito garantido no Brasil. Sem lei que regulamente a prática, famílias que escolhem o ensino domiciliar correm o risco de responder por abandono intelectual.

Fábio Ostermann tentou resolver isso no Rio Grande do Sul, mas o governador vetou sua lei, sob o argumento de que só o Congresso pode legislar sobre o tema. O Livres enviou Nota Técnica com propostas concretas à relatora na Câmara, moldando o substitutivo aprovado em 2022. O projeto agora tramita no Senado.

Entenda o processo




2019 - 2026

Lutamos para que a inclusão não dependa de quem governa

Estudantes com deficiência, autismo ou TDAH costumam depender da boa vontade de cada gestão escolar para ter atendimento adequado. Quando o secretário muda, o suporte pode simplesmente desaparecer.

Felipe Rigoni coordenou a agenda de educação especial no Congresso. Em Belo Horizonte, Marcela Trópia ajudou a aprovar o Marco Regulatório da Educação Inclusiva, que garante o direito ao estudante, não à vontade do governo de plantão.

Saiba como aconteceu



 





2021-2026

Levamos empreendedorismo para dentro da sala de aula 

A escola brasileira ensina o aluno a resolver equações, mas raramente ensina como abrir uma conta de negócio ou entender um contrato. Para quem só tem a rede pública, o primeiro contato com o mundo do trabalho costuma vir tarde demais.

Fábio Jorge levou empreendedorismo para o currículo de Salto. André Vechi criou o financiamento como vereador em Brusque e o aplicou depois como prefeito. Cibele Moura levou a pauta para a rede estadual inteira em Alagoas.

Saiba mais




2025-2026

Transformamos jogos e robótica em ferramenta de aprendizado 

A maioria das escolas públicas ainda trata jogos eletrônicos e robótica como distração, não como porta de entrada para uma carreira real.

Marcela Trópia propôs política de fomento aos jogos eletrônicos em Belo Horizonte. Nícola Martins ajuda a formar jovens em programação e design de jogos em Santa Catarina. André Vechi leva robótica desde o fundamental em Brusque, e Anderson Ferreira qualifica jovens em Indústria 4.0 em Macatuba.




HISTÓRICO

O que o Livres já fez para diversificar a educação


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2018-2025

Como o Livres prepara jovens para lidar com educação financeira

Entre os 5% mais pobres de São Paulo, cerca de 1 milhão de pessoas, 90% estão sem trabalho, procurando emprego ou completamente fora do mercado, segundo o conselheiro acadêmico Ricardo Paes de Barros.

Líderes Livres agiram em São Paulo e Curitiba, levando educação financeira para dentro da escola e investimento em programas de primeiro emprego.

Saiba mais


2019-2026

Defendemos a liberdade de escolha das famílias na educação

Educar os filhos em casa não é crime, mas também não é direito garantido no Brasil. Sem lei que regulamente a prática, famílias que escolhem o ensino domiciliar correm o risco de responder por abandono intelectual.

Fábio Ostermann tentou resolver isso no Rio Grande do Sul, mas o governador vetou sua lei, sob o argumento de que só o Congresso pode legislar sobre o tema. O Livres enviou Nota Técnica com propostas concretas à relatora na Câmara, moldando o substitutivo aprovado em 2022. O projeto agora tramita no Senado.

Entenda o processo


2019-2026

Lutamos para que a inclusão não dependa de quem governa

Estudantes com deficiência, autismo ou TDAH costumam depender da boa vontade de cada gestão escolar para ter atendimento adequado. Quando o secretário muda, o suporte pode simplesmente desaparecer.

Felipe Rigoni coordenou a agenda de educação especial no Congresso. Em Belo Horizonte, Marcela Trópia ajudou a aprovar o Marco Regulatório da Educação Inclusiva, que garante o direito ao estudante, não à vontade do governo de plantão.

Saiba como aconteceu


2021-2026

Levamos empreendedorismo para dentro da sala de aula 

A escola brasileira ensina o aluno a resolver equações, mas raramente ensina como abrir uma conta de negócio ou entender um contrato. Para quem só tem a rede pública, o primeiro contato com o mundo do trabalho costuma vir tarde demais.

Fábio Jorge levou empreendedorismo para o currículo de Salto. André Vechi criou o financiamento como vereador em Brusque e o aplicou depois como prefeito. Cibele Moura levou a pauta para a rede estadual inteira em Alagoas.

Saiba mais




2025-2026

Transformamos jogos e robótica em ferramenta de aprendizado 

A maioria das escolas públicas ainda trata jogos eletrônicos e robótica como distração, não como porta de entrada para uma carreira real.

Marcela Trópia propôs política de fomento aos jogos eletrônicos em Belo Horizonte. Nícola Martins ajuda a formar jovens em programação e design de jogos em Santa Catarina. André Vechi leva robótica desde o fundamental em Brusque, e Anderson Ferreira qualifica jovens em Indústria 4.0 em Macatuba.

Saiba mais


Curadoria

O Livres também produz vídeos, debates e análises sobre os desafios para a diversificação da educação brasileira. Confira uma seleção abaixo.

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Curadoria

O Livres também produz vídeos, debates e análises sobre os desafios para a modernização da educação brasileira. Confira uma seleção abaixo.

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ANÁLISES

Publicações técnicas sobre diversidade de modelos de escola e currículo


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Pronatec: maior efetividade exige aproximação com o mercado de trabalho

O Pronatec ampliou o acesso à educação técnica e profissional no Brasil, mas mantém um forte descompasso entre os cursos oferecidos e a demanda real das empresas, resultando em baixa empregabilidade e desperdício de recursos públicos. O Livres defende que o programa se aproxime do setor produtivo, com diagnósticos locais de demanda, indicadores claros de empregabilidade e mais flexibilidade na oferta de cursos. 

EL 01/2023

Considerações e sugestões sobre a regulamentação do ensino domiciliar

O ensino domiciliar não é proibido no Brasil, mas a ausência de regulamentação federal deixa famílias praticantes em situação de insegurança jurídica, com risco de perder a guarda dos filhos por abandono intelectual. A regulamentação deveria garantir segurança jurídica às famílias, avaliação externa periódica dos estudantes e a possibilidade de contratação de um preceptor como responsável pela educação.

NT 2021

ESTUDOS

Publicações técnicas sobre diversidade de modelos de escola e currículo


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Pronatec: maior efetividade exige aproximação com o mercado de trabalho

O Pronatec ampliou o acesso à educação técnica e profissional no Brasil, mas mantém um forte descompasso entre os cursos oferecidos e a demanda real das empresas, resultando em baixa empregabilidade e desperdício de recursos públicos. 

O Livres defende que o programa se aproxime do setor produtivo, com diagnósticos locais de demanda, indicadores claros de empregabilidade e mais flexibilidade na oferta de cursos. 

EL 01/2023

Considerações e sugestões sobre a regulamentação do ensino domiciliar

O ensino domiciliar não é proibido no Brasil, mas a ausência de regulamentação federal deixa famílias praticantes em situação de insegurança jurídica, com risco de perder a guarda dos filhos por abandono intelectual. A regulamentação deveria garantir segurança jurídica às famílias, avaliação externa periódica dos estudantes e a possibilidade de contratação de um preceptor como responsável pela educação.

NT 2021

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