O Livres comparou os planos de governo de seis presidenciáveis com as 23 propostas do eixo Progresso Humano e Cidades Vivas do Caderno de Políticas Públicas 2026. O resultado mostra quanto cada plano se aproxima das soluções liberais para o trabalho, o empreendedorismo e as cidades. A série não diz em quem votar.
Prosperidade · Progresso Humano e Cidades Vivas
Introdução de Ricardo Cantuária, engenheiro de produção e Líder Livres.
Quanto cada plano converge
Média dos seis planos neste tema: 35,2%
Toque num nome para ver o que cada plano acolhe, diverge ou ignora.
O que o estudo mostra
- Zema registra o maior índice de toda a série: 73,9%.
- Concessões e PPPs aparecem nos seis planos. Fretamento, cabotagem aérea e conselhos profissionais quase desaparecem.
- Os planos aceitam o mercado como financiador, mas não o abrem à concorrência.
Os dois eixos analisados partem de uma preocupação comum: ampliar a capacidade das pessoas de escolher, produzir, trabalhar, circular e construir sua própria trajetória (...)
Filtro constitucional. Uma proposta ficou fora da conta: a demolição generalizada de moradias prevista no Marco da Desfavelização, de Renan Santos. Os outros cinco planos não tiveram exclusões.
Baixe o estudo completo
Preencha os campos abaixo e o download começa em seguida.
Ao baixar, você aceita receber comunicações do Livres. Você pode sair quando quiser.
Como o Índice de Convergência Liberal é calculado
O Índice de Convergência Liberal (ICL) mede quanto o plano de governo registrado no TSE por cada presidenciável se aproxima das 113 propostas nacionais do Caderno de Políticas Públicas 2026 do Livres. Os seis planos analisados são os das candidaturas mais bem colocadas na pesquisa Datafolha de 21 de agosto: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
Cada proposta do Caderno recebe uma de quatro classificações. O índice de um tema soma os pontos e divide pelo número de propostas do tema. O ICL médio de cada plano pondera os cinco temas pelo número de propostas: Reforma do Estado, com 36, pesa mais que Educação, com 13.
Antes da comparação, cada proposta dos planos passou por um filtro de compatibilidade com a Constituição e com os princípios do Estado de Direito. As incompatíveis ficaram fora da conta, mesmo quando pareciam próximas da agenda liberal.
- +1
- Convergência plena: o plano propõe medida equivalente ou compatível.
- +0,5
- Convergência parcial: avança na mesma direção, com outro desenho.
- 0
- Divergência: propõe o caminho oposto.
- 0
- Não aborda: o plano não trata do tema.
índice do tema = (plenas + ½ × parciais) ÷ propostas do tema
Equipe técnica: Magno Karl, Mano Ferreira, Rafael Moredo, Matheus Rocha e Alessandra Manabe. Com contribuições de Leandro Piquet Carneiro, André Portela, Marcos Rehder e Ricardo Cantuária.