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Índice de Convergência Liberal: Educação para aumentar escolhas

Livres avalia os planos de governo dos presidenciáveis 2026
1 de outubro de 2026 por
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O Livres comparou os planos de governo de seis presidenciáveis com as 13 propostas do eixo Educar para Escolher do Caderno de Políticas Públicas 2026. O resultado mostra quanto cada plano se aproxima das soluções liberais para a educação. A série não diz em quem votar.

Oportunidade · Educar para Escolher

Introdução de André Portela, conselheiro acadêmico do Livres.

EL 05/2026

Quanto cada plano converge

Convergência plenaParcial (vale meio ponto)

Média dos seis planos neste tema: 34,6%

Augusto CuryAvante · não aborda 8 de 1326,9%

2 convergências plenas, 3 parciais, nenhuma divergência e 8 de 13 propostas não abordadas.

Flávio BolsonaroPL · não aborda 6 de 1334,6%

2 convergências plenas, 5 parciais, nenhuma divergência e 6 de 13 propostas não abordadas.

LulaPT · não aborda 4 de 1315,4%

Nenhuma convergência plena, 4 parciais, 5 divergências e 4 de 13 propostas não abordadas.

Renan SantosMissão · não aborda 6 de 1319,2%

1 convergência plena, 3 parciais, 2 divergências e 6 de 13 propostas não abordadas. 1 item ficou fora da conta pelo filtro constitucional.

Romeu ZemaNovo · não aborda 3 de 1361,5%

6 convergências plenas, 4 parciais, nenhuma divergência e 3 de 13 propostas não abordadas.

Ronaldo CaiadoPSD · não aborda 5 de 1350,0%

6 convergências plenas, 1 parcial, 1 divergência e 5 de 13 propostas não abordadas.

Toque num nome para ver o que cada plano acolhe, diverge ou ignora.

O que o estudo mostra

  • Zema lidera com 61,5%. O estudo avalia cada plano numa régua que opõe a autonomia das instituições à centralização.
  • Lula registra cinco divergências diretas nas 13 propostas, entre elas Fundeb e FIES.
  • O Marco da Co-Responsabilidade Educacional e a Certificação por Competências não aparecem em nenhum plano.

O Livres defende que a qualidade da educação melhora quando gestores respondem por resultados e têm liberdade para buscá-los, não quando a União concentra mais competências ou os recursos ficam mais amarrados a categorias fixas de despesa.

André Portela, na introdução do estudo

Filtro constitucional. Renan Santos teve três propostas excluídas: o fim da autonomia universitária, a centralização de competências educacionais e a proibição total de cotas. Propostas de Zema e Flávio Bolsonaro sobre o ensino superior e a educação sem doutrinação ficaram em avaliação, sem efeito na pontuação.

Baixe o estudo completo

Preencha os campos abaixo e o download começa em seguida.

Ao baixar, você aceita receber comunicações do Livres. Você pode sair quando quiser.

Como o Índice de Convergência Liberal é calculado

O Índice de Convergência Liberal (ICL) mede quanto o plano de governo registrado no TSE por cada presidenciável se aproxima das 113 propostas nacionais do Caderno de Políticas Públicas 2026 do Livres. Os seis planos analisados são os das candidaturas mais bem colocadas na pesquisa Datafolha de 21 de agosto: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

Cada proposta do Caderno recebe uma de quatro classificações. O índice de um tema soma os pontos e divide pelo número de propostas do tema. O ICL médio de cada plano pondera os cinco temas pelo número de propostas: Reforma do Estado, com 36, pesa mais que Educação, com 13.

Antes da comparação, cada proposta dos planos passou por um filtro de compatibilidade com a Constituição e com os princípios do Estado de Direito. As incompatíveis ficaram fora da conta, mesmo quando pareciam próximas da agenda liberal.

+1
Convergência plena: o plano propõe medida equivalente ou compatível.
+0,5
Convergência parcial: avança na mesma direção, com outro desenho.
0
Divergência: propõe o caminho oposto.
0
Não aborda: o plano não trata do tema.

índice do tema = (plenas + ½ × parciais) ÷ propostas do tema

Equipe técnica: Magno Karl, Mano Ferreira, Rafael Moredo, Matheus Rocha e Alessandra Manabe. Com contribuições de Leandro Piquet Carneiro, André Portela, Marcos Rehder e Ricardo Cantuária.

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Índice de Convergência Liberal: Reformas do Estado
Livres avalia os planos de governo dos presidenciáveis 2026