Nesta quinta-feira, 6, o Livres participou da Climate Action Innovation Zone em São Paulo. O evento, que corre paralelamente à COP 30 oficial em Belém, é uma cooperação global entre setor privado (Volkswagen, Google), governos e órgãos da ONU (Banco Mundial), focado em buscar soluções concretas para o clima.
O Livres defende que a crise climática exige soluções inovadoras e eficientes, impulsionadas pela liberdade econômica e pelo setor privado. A tecnologia, e não a burocracia ou novos impostos, é a chave para gerar mais escolhas para quem mais precisa, garantindo o desenvolvimento sustentável.
O mercado é o motor da descarbonização
O Coordenador de Desenvolvimento Institucional do Livres, Felipe Klen, foi quem representou a associação e reforçou que a descarbonização só avança quando é integrada ao setor produtivo. "Não adianta só algumas pessoas em governos quererem descarbonização. A atuação e impacto estão no setor produtivo", resume.

Para Klen, a chave da transição é a linguagem contábil do carbono. A sustentabilidade só ganha escala quando entra nos sistemas de gestão, tornando-se um dado financeiro automático e comparável. "Dados de carbono entram onde o dinheiro já passa (ERP, notas, compras), em que não se cria um fluxo novo, mas pluga no que existe," afirma.
Como a economia é majoritariamente composta por pequenas empresas, a transição climática precisa de soluções baratas e padronizadas que permitam a entrada das PMEs, e não apenas das grandes corporações.
Projetos do Livres: ações concretas para a COP 30 e o futuro
A participação na Climate Action Zone está alinhada com as propostas do Livres para a sustentabilidade, que priorizam a liberdade de mercado e a inovação:
- Sementes do Futuro utiliza soluções de mercado e parcerias para promover o desenvolvimento sustentável em comunidades, provando que políticas focadas em liberdade geram impacto social e ambiental positivo;
- O Caderno de Políticas Públicas reúne soluções liberais, elaboradas por especialistas, que visam transformar o desenvolvimento sustentável no Brasil por meio de incentivos para a bioeconomia e o mercado de carbono, alinhando crescimento econômico com a pauta ambiental.