O Livres lançou o Índice de Convergência Liberal, que compara, proposta a proposta, os planos de governo de seis presidenciáveis, registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 113 propostas nacionais do Caderno de Políticas Públicas 2026. O estudo completo é dividido em cinco eixos: Segurança Sem Atalhos, Reformas do Estado, Educação para Aumentar Escolhas, Meio Ambiente e Saúde, e Caminhos para a Prosperidade.
O Índice de Convergência Liberal analisou os planos de Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa Datafolha de 21 de agosto de 2026.
A organização é apartidária e não apoia candidaturas. O Índice de Convergência Liberal não diz em quem votar: ele mede quanto cada plano se aproxima das soluções que o Livres defende para ampliar a liberdade de escolha de quem mais precisa.
"Esse índice mostra o compromisso do Livres com um debate eleitoral baseado em evidências, não em discursos vazios. Independente de quem vença, o Brasil vai precisar de propostas sólidas, e é isso que queremos oferecer à sociedade brasileira", afirma Magno Karl, diretor executivo do Livres.
Como funciona o Índice de Convergência Liberal
O Livres confrontou cada proposta do Caderno com o plano de cada candidato e a classificou como convergência plena, convergência parcial, divergência ou tema não abordado. Antes da comparação, as propostas passaram por um filtro de compatibilidade com a Constituição e com os princípios liberais do Estado de Direito.
O resultado é o Índice de Convergência Liberal, um percentual por eixo e uma média geral para cada candidato. A média do Índice de Convergência Liberal dos seis planos avaliados é de 30,6%. Romeu Zema tem a maior pontuação, e Renan Santos, a menor.
"Cada proposta foi lida e classificada com o mesmo rigor, eixo por eixo. Não é um ranking de quem é melhor ou pior, é um retrato de onde cada plano de governo se aproxima ou se afasta da nossa agenda", afirma Rafael Moredo, coordenador de Políticas Públicas.
Assinam os Estudos
A equipe técnica responsável foi: Magno Karl, diretor executivo do Livres; Mano Ferreira, diretor de operações; Rafael Moredo, coordenador de Políticas Públicas; Matheus Rocha, analista de Políticas Públicas; e Alessandra Manabe, estagiária de Políticas Públicas.
Um especialista assinou a introdução de cada eixo: Leandro Piquet Carneiro, Conselheiro Acadêmico do Livres (Segurança), Magno Karl (Reforma do Estado), André Portela, presidente do Conselho Acadêmico do Livres (Educação), Marcos Rehder, pesquisador do CEAPG (EAESP-FGV) (Meio Ambiente e Saúde), e Ricardo Cantuária, Líder Livres (Caminhos para a Prosperidade).
O estudo completo, com a pontuação detalhada de cada candidato em cada eixo e a análise de cada proposta, está disponível na página do Índice de Convergência Liberal. As propostas do Livres que serviram de base para a comparação estão no Caderno de Políticas Públicas 2026.