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Índice de Convergência Liberal: Distrito Federal

Livres avalia os planos de governo de Celina Leão e Leandro Grass
16 de outubro de 2026 por
Índice de Convergência Liberal: Distrito Federal
Livres, Rafael Moredo
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O Índice de Convergência Liberal chegou aos estados. Usamos a mesma metodologia que aplicamos aos presidenciáveis para avaliar os planos de governo dos candidatos que disputam o 2º turno nos estados. Cada plano registrado no TSE é comparado com as 63 propostas estaduais do Caderno de Políticas Públicas 2026, divididas em seis eixos: segurança pública, eficiência do Estado, educação, saúde e sustentabilidade, prosperidade e cidades. Cada proposta recebe uma de quatro classificações: convergente, parcialmente convergente, divergente ou não aborda. Só contam compromissos para 2027–2030. O que o candidato diz ter feito no passado não entra na conta.

No Distrito Federal, Leandro Grass (PT) soma 58,5% de convergência e Celina Leão (PP), 44,1%. Descontadas as não aplicáveis, o índice do DF considera 59 propostas. A diferença vem do nível de detalhamento: Celina apresenta 42 páginas focadas em continuidade, como DF 360 e Prato Cheio, mas não trata de 16 propostas e raramente indica instrumentos. Grass traz 124 páginas com metas para 2030, indo melhor em segurança ao detalhar câmeras corporais, combate a facções e a única salvaguarda de reconhecimento facial do estudo, com auditoria e validação humana.

Grass concentra as maiores divergências com o Livres ao defender estatais públicas (Caesb, Metrô, CEB), o fim da gestão do IGES-DF na saúde e concurso para o magistério. Celina diverge apenas no uso do BRB. O Livres é apartidário e não recomenda voto. O estudo registra os compromissos públicos para que possam ser cobrados após a eleição, sem interferir na escolha dos associados.

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