Faltam 13 dias para o segundo turno. Nesta edição, o destaque vem de fora da campanha: o Livres começou uma parceria de comunicação com o CDE Great Lakes, instituto liberal do Burundi. E mais: o recado das urnas na The Economist, o novo Congresso, a liberdade de criticar autoridades, dívidas, bets e a jornada de 40 horas. Boa leitura!
Destaque
O Livres leva seu jeito de comunicar ao Burundi

O que aconteceu: no dia 5, Sarah Melo, coordenadora de comunicação do Livres, conduziu uma oficina de estratégia de marca para a equipe do CDE Great Lakes. É o primeiro passo de uma parceria de comunicação entre as duas organizações.
Quem é o CDE: o instituto defende reformas por um Burundi livre e próspero. Em 2026, venceu o Africa Liberty Award, prêmio da Atlas Network para as maiores conquistas pela liberdade na África. O convite surgiu em julho, quando o fundador do instituto, Aimable Manirakiza, conheceu o trabalho do Livres num fórum em Gana.
O que o Livres levou: o manual de marca, os cinco princípios de escrita (como voz ativa e frases curtas) e o guia que transforma as propostas do Caderno de Políticas Públicas 2026 em mensagens simples. Agora, o CDE vai definir a voz da sua marca e escrever o próprio manual.
Por que importa: boas ideias só mudam a vida das pessoas quando chegam até elas. O Livres já troca pesquisa e propostas com organizações de outros países. Agora, também compartilha o que aprendeu sobre comunicar.
"É muito comum termos parcerias em pesquisa e políticas públicas, mas às vezes esquecemos que a comunicação e a estética são fundamentais para que essas ideias se tornem realidade."
— Sarah Melo, coordenadora de comunicação do Livres
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Economia
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