Revisão Social dos Gastos Públicos: sustentabilidade e eficiência nas Políticas Públicas

June 21, 2024

Estudo

O Brasil enfrenta desafios consideráveis em sua gestão fiscal. A revisão das metas de resultado primário para 2025 e 2026, com reduções significativas dos objetivos de superávit de 0,5% do PIB para zero em 2025 e de 1,0% do PIB para 0,25% em 2026, sinaliza um afrouxamento das políticas de ajuste fiscal, como reforça o Relatório do IFI de abril.

A dívida bruta deve atingir 77,3% do PIB em 2024, segundo a projeção do Tesouro Nacional. Este patamar da dívida em relação ao PIB é consideravelmente alto para um país de renda média, marcado por uma estrutura tributária complexa, baixa poupança interna e uma economia pouco aberta.

Tal nível de endividamento, e ainda a baixa expectativa de redução do descontrole das contas, ameaça a capacidade do Estado brasileiro de manter sua solvência, comprometendo a oferta de bens e serviços públicos essenciais.

Adicionalmente, dificulta o trabalho do Banco Central em manter a inflação sob controle, impedindo taxas de juros mais baixas. Nesse contexto, torna-se crucial não apenas repensar a efi ciência dos gastos públicos, mas também garantir que as políticas implementadas alcancem efetivamente a população, sem se perderem em labirintos burocráticos.

Nesse contexto, torna-se crucial não apenas repensar a eficiência dos gastos públicos, mas também garantir que as políticas implementadas alcancem efetivamente a população, sem se perderem em labirintos burocráticos.

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