A posse de Rodrigo Cunha (PSDB-AL) nesta sexta (01) marca uma trajetória de coerência contra a velha política em Alagoas.

Reduto da família Calheiros, o estado vive um momento de relativa renovação, tendo eleito Rodrigo com quase 900 mil votos nas últimas eleições, em primeiro lugar, à frente de Renan Calheiros. O ex-presidente do Senado, que tem nada menos que 18 inquéritos no STF relacionados a ele, é o oposto do associado do Livres e membro da Bancada da Liberdade em matéria de ética e compromisso com a renovação política. Rodrigo conseguiu superar Renan numa campanha transparente, limpa, independente da coligação majoritária do PSDB e de baixo custo.

O compromisso de Rodrigo com a renovaçaõ política vem de uma história pessoal trágica. Rodrigo tinha 17 anos quando perdeu seu pai e sua mãe, além de dois outros familiares, assassinados por pistoleiros, que invadiram a casa da sua tia na noite de 16 de dezembro de 1998. A mãe de Rodrigo, Ceci, era deputada federal recém-reeleita pelo PSDB em Alagoas. O crime teria sido encomendado pelo primeiro suplente do mandato de Ceci, Talvane Albuquerque, que ocuparia a vaga na Câmara dos Deputados.

Agora com 37 anos, Rodrigo assume uma cadeira no Senado após uma atuação exemplar como deputado estadual por Alagoas. Em site do mandato, todos os seus votos como parlamentar, posições e prestação de contas completa, além de projetos e processos seletivos para gabinete estão organizados e disponíveis para o público, em linguagem fácil e navegação assessível.

Agora, o projeto do “Mandato em Movimento” de Rodrigo chega ao Senado Federal em parceria com toda a Bancada da Liberdade espalhada pelo Brasil em prol da transparência, participação e da liberdade, compromissado com a renovação política real. Ao seu lado, o médico e liderança Livres Henrique Arruda assume a suplência do mandato.

Em entrevista divulgada nas suas redes sociais, Rodrigo reafirmou que não vota em Renan Calheiros para presidência do Senado.