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Em entrevista ao Estadão nesta segunda-feira (27), Paulo Gontijo, diretor executivo do Livres, falou sobre os avanços e retrocessos do Ministério da Economia neste um ano e meio de governo Bolsonaro.

Para Gontijo, as promessas do ministro Paulo Guedes viraram piada. “O discurso não coincide com os fatos e com o cumprimento de metas. Se fosse em uma empresa privada, ele estaria encrencado”, disse. “Eu como cidadão e ativista (do liberalismo), queria reforma tributária, abertura econômica, Estado mais enxuto. Pouco disso está sendo entregue, principalmente nas grandes medidas.”

A demora do avanço na agenda de privatizações também foi alvo de críticas de Gontijo. “Correios, nada. Bancos e Petrobrás, sabemos que não vão ser privatizados. É super difícil falar de uma agenda que não emplaca. Por que não anda? Parece que não tem respaldo político”, analisa Paulo.

A timidez da nova reforma tributária também chama sua atenção. “Foi primária, não discutida, parcial. A PEC 45 (proposta tributária em tramitação na Câmara dos Deputados) é melhor e faz muito mais sentido caminhar com ela”, defende.

Confira a entrevista completa aqui.