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Rodrigo Maia (DEM-RJ) voltou a se desentender com figuras ligadas ao Executivo nesta quinta-feira (29). O presidente da Câmara brigou, nas últimas duas semanas, com Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão, Paulo Guedes, Ministro da Economia, e hoje com Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central.

Maia acusou Arthur Lira de obstruir a pauta do governo do qual ele é base. Além disso, o presidente da Câmara recomendou que Paulo Guedes conversasse com os deputados que apoiam Bolsonaro antes de criticar qualquer parlamentar ou partido pela demora no avanço dos projetos que são de seu interesse.

No último sábado (24), pelo seu Twitter, Maia também disse que “o ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”. O presidente da Câmara fazia referência à um tweet de quinta-feira (22) em que Salles chamava o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, de “maria fofoca”.

Após 4 dias, Salles respondeu o tweet chamando Maia de “Nhonho”, termo utilizado constantemente entre bolsonaristas para se referir ao presidente da Câmara. Hoje Salles afirmou que a sua conta foi utilizada indevidamente por terceiros e apagou o seu perfil antes de viajar para Fernando de Noronha.

Já sobre Roberto Campos, Maia criticou a articulação do presidente do BC e disse que ele não está à altura do cargo. O gatilho para a crítica teria sido o vazamento de informações sobre uma conversa que ambos tiveram na última quarta-feira (28). Pouco depois da declaração, Maia manifestou-se no Twitter afirmando que recebeu uma ligação de Campos e que foi informado que o vazamento foi feito por terceiros.

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