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O Livres realizou, em parceria com o MBL, Vem Pra Rua e entidades de esquerda, atos em 17 capitais brasileiras no último domingo (12) pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. O uso de máscara foi obrigatório em todos os atos.

O dia de manifestações teve início em Manaus (AM), às 9h, com a reunião de centenas de manifestantes no Largo de São Sebastião. Em seguida, foi a vez de Vitória (ES), às 9h30, com uma carreata que teve a Praça do Papa como ponto de concentração. Um pouco depois, às 10h, manifestantes iniciaram ato no Rio de Janeiro (RJ), na região do posto 5, em Copacabana.

Líder Livres no Rio e ex-diretor executivo do movimento, Paulo Gontijo defendeu em discurso a união da oposição. “É possível mudar esse país se a gente se juntar”, disse Gontijo. “É possível acabar com essa corja que se apoderou do nosso país”, protestou. A manifestação na capital fluminense também contou com a presença dos líderes Livres Chicão Bulhões e Marcelo Calero.

Também às 10h, teve início a mobilização de manifestantes em Belo Horizonte (MG), na Praça da Liberdade. O deputado estadual Guilherme da Cunha, mandatário Livres no estado, marcou presença. “Estar nesses atos não é uma decisão simples”, admitiu da Cunha. “Mas tenho que estar presente porque minha consciência não me deixa alternativa, assisti junto a vocês o presidente trair todas as reformas liberais que prometeu durante a campanha”, contou o deputado.

No início da tarde, às 13h, foi a vez de Recife registrar manifestações contra Bolsonaro, no Marco Zero. Os presentes alertaram para o desrespeito à democracia por parte de Bolsonaro, como foi o caso do líder Livres Francisco Layon. “Um presidente que cometeu diversos crimes de responsabilidade e que busca a todo instante uma escalada golpista não pode permanecer no Planalto”, bradou Layon.

Em Brasília, o ato se iniciou às 14h com uma marcha de manifestantes pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional. O cientista político Matheus Leone, líder Livres no DF, destacou o descaso do presidente na condução da pandemia. “O que nós enfrentamos hoje é a diferença da civilização contra a completa barbárie”, afirmou Leone. “Já são 580 mil mortos pela Covid, mais de meio milhão de pessoas que morreram por puro negacionismo, por uma aposta sádica”, disse.

Um pouco depois, às 15h, São Paulo registrava o maior ato do dia. Milhares de pessoas ocuparam a Av. Paulista contra o presidente da República. No carro de som do Livres, o diretor executivo do movimento, Magno Karl, destacou os valores que levaram os liberais a irem às ruas. “Estamos hoje aqui para defender a democracia e a liberdade”, disse Karl. “Não importa onde vocês estiveram em 2018, não importa quem acreditou e quem foi enganado, o que importa é que não podemos abrir mão dessas duas palavras mágicas: democracia e liberdade”, concluiu.

O Livres segue na defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro e planeja novas manifestações em breve.