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O embaixador Paulo Roberto de Almeida, conselheiro do Livres, está sendo perseguido pelo chanceler Ernesto Araújo, inclusive com descontos salariais indevidos. Ex-diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais e servidor concursado no topo da carreira diplomática, Paulo Roberto não recebe missões oficiais desde o início do governo Bolsonaro. Caso simboliza a politização e a falta de profissionalismo que tem guiado a política externa brasileira.