fbpx

Em reunião na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados hoje, o ministro da educação RIcardo Vélez Rodriguez teve muita dificuldade para explicar seus planos a frente da pasta.

Nossos deputados associados Tiago Mitraud e Marcelo Calero são membros da Comissão de Educação e participaram da sessão, fazendo perguntas ao ministro.

Ao ser questionado pelos deputados sobre seus projetos, metas e planejamento estratégico para a área, o ministro simplesmente se negou a tratar de números e estatísticas do setor.

Na sua visão, o papel de ministro da educação é apenas definir diretrizes gerais para o trabalho da pasta. “Honestidade e descentralização”, como se os graves desafios da educação brasileiras pudessem ser enfrentados com intenções vagas.

Honestidade não é projeto, mas obrigação. E quais seriam, afinal, os planos e metas do ministério para implementar seu propósito de descentralização? Quais seriam os resultados esperados ou a forma de avaliá-los?

“Um dos maiores erros que existem é julgar programas e políticas públicas por suas intenções, não por seus resultados” – ensinava Milton Friedman, liberal que venceu Nobel de economia.

Vélez quer repetir esse erro à frente do MEC, isso após assumir seu cargo prometendo acabar com a “ideologia” no ensino.

É grave. A educação é instrumento fundamental para a liberdade individual, mas nossas escolas seguem com péssimos resultados nos testes internacionais. Não temos tempo a perder. O MEC não pode seguir assim.