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Prostituição: exercício de individualidade e livre mercado sexual

Nota Técnica
7 de outubro de 2025 por
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Contexto

A prostituição é uma atividade econômica reconhecida pelo Ministério do Trabalho, mas ainda envolta em insegurança jurídica. A criminalização indireta de práticas associadas ao exercício da profissão marginaliza trabalhadores sexuais e impede o acesso a direitos básicos e proteção social.


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Leia aqui a Nota Técnica


Análise de Impacto

Leis que punem “casas de prostituição” e “rufianismo” violam princípios constitucionais de liberdade e autonomia individual. Ao tratar o trabalho sexual como crime, o Estado aumenta a vulnerabilidade de quem o exerce e dificulta políticas públicas de saúde e segurança, perpetuando discriminação e exclusão.

Parecer Técnico

O Livres defende o reconhecimento jurídico do trabalho sexual como profissão autônoma, com segurança contratual e sem interferência estatal indevida. Garantir liberdade e proteção a quem atua nesse mercado é respeitar a dignidade individual e reduzir a marginalização social.

Nota Técnica Livres

A Nota Técnica Livres oferece embasamento para a formulação de políticas públicas de qualidade, baseadas em dados e evidências.

O documento reúne análises e argumentos qualificados sobre temas relevantes do debate público, contribuindo para decisões mais racionais, transparentes e comprometidas com a construção de um Brasil com mais escolhas para quem mais precisa.

A Nota Técnica é um dos documentos técnicos desenvolvidos pelo Livres de maneira colaborativa, com o apoio de conselheiros acadêmicos, parceiros institucionais e comunidade de associados.

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