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Fim da obrigatoriedade do Serviço Militar aumenta eficiência do gasto público

Nota Técnica
30 de setembro de 2025 por
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Contexto

O serviço militar obrigatório, previsto na Constituição, obriga milhões de jovens a um processo caro e ineficiente, ainda que menos de 4% sejam incorporados. Apesar da previsão legal de serviços alternativos, a objeção de consciência nunca foi regulamentada, tornando-se um direito quase inacessível.


fim serviço militar 

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Análise de Impacto

O modelo atual consome recursos públicos desnecessários: em 2023, 1,5 milhão se alistou e apenas 55 mil foram aproveitados. Além do desperdício, milhares acabam servindo contra a própria vontade. Isso reduz a eficiência das Forças Armadas e afasta investimentos de áreas prioritárias como saúde e educação.

Parecer Técnico

O Livres defende o fim do alistamento obrigatório e a adoção do modelo voluntário, que respeita a liberdade individual e alivia o orçamento. Também recomenda facilitar o acesso à objeção de consciência, garantindo transparência e escolhas reais aos jovens. Assim, é possível modernizar as Forças Armadas e gastar melhor.

Nota Técnica Livres

A Nota Técnica Livres oferece embasamento para a formulação de políticas públicas de qualidade, baseadas em dados e evidências.

O documento reúne análises e argumentos qualificados sobre temas relevantes do debate público, contribuindo para decisões mais racionais, transparentes e comprometidas com a construção de um Brasil com mais escolhas para quem mais precisa.

A Nota Técnica é um dos documentos técnicos desenvolvidos pelo Livres de maneira colaborativa, com o apoio de conselheiros acadêmicos, parceiros institucionais e comunidade de associados.

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