fbpx
Deputado estadual associado ao Livres em Minas Gerais.

Siga nas redes sociais

Falta pouco para as próximas eleições!

O tempo voa, daqui a pouco iremos às urnas mais uma vez. Até lá, milhares de candidatos estarão apresentando suas propostas. Até o dia 15 de novembro, muita esperança, tanto para quem disputa a eleição quanto para a população. Digo isso porque em 2018 tive essa experiência, quando fui para a disputa com mil planos de revogaços, de aprovação de leis que enxugassem a máquina, que cortassem a burocracia, facilitassem a vida de quem quer trabalhar e ampliassem a liberdade do cidadão. Nesse momento, imagino que eleitores e candidatos estejam vivendo o mesmo sonho.

Após eleito, percebi a dura realidade e sua imposição sobre todos os meus planos. É importante que os candidatos entendam que o parlamento é plural, tem diversas ideologias e interesses.

Ninguém aprova nada sozinho, sejam revogaços ou leis ampliando a liberdade. Para que qualquer plano seja colocado em prática, o diálogo é fundamental, a articulação e a capacidade de assumir compromissos também. Meu único projeto de lei aprovado até hoje foi em coautoria com um deputado líder de bloco do qual não sou membro, por exemplo, e os projetos de desburocratização serão apresentados em conjunto com os deputados que compõem a Frente Parlamentar pela Desburocratização, que idealizei logo no início do meu mandato e tenho o prazer de coordenar.

A maior dificuldade é que liberais ainda são minoria no Brasil. Esta é a dura realidade. Há muito mais projetos e deputados defendendo o oposto dos ideais de liberdade.

Tal qual Roberto Campos, liberal precursor e quase solitário no Congresso nos anos 80, passo boa parte de meu tempo tentando evitar o avanço de projetos que reduzem a liberdade. Sigo defendendo a liberdade, sem, contudo, queimar as pontes de diálogo para que as pautas que considero importantes possam ser discutidas.

Nas próximas eleições, se você deseja escolher alguém que vá defender mais liberdade para sua vida, a dica que dou é focar não apenas nas propostas apresentadas pelo candidato, já que boas ideias podem sempre ser copiadas, mas também no perfil dele, buscando alguém com capacidade de diálogo, consciência da necessidade de articulação para aprovação de projetos e disposto a fazer defesa firme da liberdade quando essa articulação for impossível.